A Crise do Século continua sem fim à vista

29 de Setembro de 2008 foi a votos o «Plano Paulson», ou «Plano Bush», plano que inclui uma série de medidas que têm em vista o salvamento da Economia/Banca Americana. Basicamente, conjuntamente com uma redução de impostos à Banca e uma série de medidas menores, o Plano prevê a injecção imediata de 700 mil Milhões de dólares no Mercado Americano, através da compra, por parte do Estado, das parcelas de «crédito de alto risco» aos Bancos/Seguradores Americanos. Este crédito foi concedido a famílias muito necessitadas (por isso, de alto risco), mas com um juro altíssimo. Este «crédito fácil» fez com que os americanos (e um pouco de cidadãos por esse mundo fora) aderissem imediatamente, crédito sobre crédito, enterrando-se até ao pescoço com dívidas infindáveis. Isto, até que o preço dos alimentos e combustíveis (entre outros), bem como as taxas de juro, disparam abruptamente, e as famílias de risco deixam de pagar os ditos empréstimos. Sem nada para ser dado como contrapartida, as famílias não têm como pagar os créditos, e são os Bancos (que ficam sem o dinheiro que tinham emprestado) que começam a ficar asfixiados... Tanto a Banca corre risco de falência, como as Poupanças/Contas dos Americanos correm risco de simplesmente desaparecer com os Bancos.

Mas o problema não é da América, mas do Mundo. Porquê? Simples... Tal como os Bancos Suíços, os Bancos/Seguradores Americanos guardam as fortunas de Grandes Empresas Internacionais (incluindo outros Bancos). Se estes Bancos Americanos falirem, todo o dinheiro dos Bancos Internacionais (que lá tinham contas astronómicas), é absorvido pelo processo de falência... e os Bancos Internacionais, sem qualquer dinheiro e com os normais gastos gigantescos inerentes a um Banco, acabam por falir também... Os Bancos que tinham Fundos neste segundo banco, bem como todos os seus clientes, ficam também sem nada, e assim consecutivamente. É como uma queda de dominós. Tudo começa lá, mas quem acaba por sofrer, são todos...

De acrescentar que este Plano foi chumbado por 225 contra 208 votos, sendo que «apenas» 100 mil Milhões serão injectados na Banca. O Projecto será novamente votado na 5ª feira, mas 88% dos americanos concorda com a reprovação deste. A ver vamos quais os próximos capítulos desta longuíssima história...

Teste idiota


Bem eu publiquei este "teste idiota" no meu blog, mas achei interessante também o publicar no novomundo para os nossos visitantes.

Apesar do nome "Teste idiota" e de realmente o teste ser muito fácil, apenas 1.2% das pessoas consegue resolvê-lo á primeira tentativa...E tu consegues??tenta...clica neste link http://xtremedownload.110mb.com/testidiota.htm

'Plano Económico Bush' pode chegar aos 5.000.000.000.000,00£!!!

Muita tinta tem corrido sobre o 'Plano Bush' para salvar a Banca norte-americana. Este Plano resume-se a o Estado pagar as dívidas dos devedores que não o conseguem fazer, dando assim às Empresas margem de manobra para fazer investimentos e tentar segurar a Economia Americana. Obama, McCain e os partidos Republicano e Democrata não se entendem, e discordam do plano de Bush, que, segundo alguns, 'vai salvar os grandes banqueiros com o dinheiro dos cidadãos'. E de facto será isso que vai acontecer se o Plano for em frente (porque o dinheiro do estado é o dinheiro que os americanos pagam em impostos, multas, etc.). No entanto, o que alguns não se lembram, é que também são os cidadãos que têm contas nesses bancos e seguradoras, e que serão os cidadãos que verão o seu dinheiro fugir se estas falirem...

O Tesouro Americano (organização que 'guarda' o dinheiro do Estado Americano - fundamentalmente sob a forma de ouro), já disponibilizou 700.000.000.000,00£ (mais de 500 mil Milhões - ou 500 Biliões* - de euros). No entanto, peritos dizem que este dinheiro é insuficiente para salvar Wall Street (Bolsa Americana), e que será preciso 7 vezes esse valor, ou seja, 5.000.000.000.000,00£ (cerca de 4 Mil Biliões* de euros!!!).

Mas mesmo que este Plano vá em frente, e este investimento megalómano seja feito (não percebo como é que se tem armazaenados 4 Mil Biliões...), as Empresas Americanas deixam de ter grande parte das dívidas, mas não perderão as razões que as levaram às dívidas: os preços das matérias-primas, os maus investimentos, os fracassos financeiros, os excessos de despesas, a falta de compradores, etc. Ou seja: A Economia será alimentada, mas dentro de poucos anos, ou mesmo meses, voltarão ao mesmo, e o Estado terá simplesmente deitado fora o dinheiro da População... Não seria melhor deixar as Empresas falir, sofrer um choque imediato, e fazer a Economia renascer das cinzas, adaptada ao Mercado actual, traçando um caminho de sucesso? Este Plano parece-me o adiar de um problema, aliado à perda económica do Estado. Ou seja: O problema voltará, mas aí nem o Estado terá dinheiro...

* - 1 bilião é, em Portugal e França, 1 milhão de milhão; no entanto, no resto do mundo, 1 bilião são mil milhões. Os Biliões, no Post, são Biliões Americanos

O Mistério do quarto 311

Caros leitores, acreditam que a burrice mata? Se não acreditam, prestem muita atenção a este caso verídico. Acho que se não fosse tão chocante e grave, daria para anedota...

O mistério do quarto 311 do Hospital D. Pedro, em Aveiro. Durante alguns meses acreditou-se que o quarto 311, do hospital Dom Pedro em Aveiro, tinha uma maldição. Todas as sextas-feiras de manhã, os enfermeiros descobriam um paciente morto neste quarto da unidade de cuidados intensivos. Claro que os pacientes tinham sido alvo de tratamentos de risco, mas, no entanto, já não se encontravam em perigo de morte.

A equipa médica, perplexa, pensou que existisse alguma contaminação bacteriológica no ar do quarto. Alertadas pelos familiares das vítimas, as autoridades conduziram um inquérito. Os utentes do 311 continuaram, no entanto, a morrer a um ritmo semanal e sempre à sexta-feira. Por fim, foi colocada uma câmara no quarto e o mistério resolveu-se:

Todas as sextas-feiras de manhã, pelas 6 horas, a mulher da limpeza desligava o ventilador que mantinha vivo o doente, para ligar o aspirador...

'O cérebro é uma coisa maravilhosa. Todos deveriam ter um...'

Alunos contra os testes diagnósticos e com diferentes visões sobre Os Maias

As nossas sondagens não enganam: os resultados foram bastante esclarecedores, e os nossos leitores fizeram-se ouvir... À pergunta 'Concordas com as novas regras de obrigatoriedade dos testes diagnósticos?' houve 25 respostas, das quais 78% foram o 'não'. 16% disse que deveria ser apenas no início de cada ciclo, e apenas 14% dos votantes concorda com as actuais medidas do ministério. Quanto à outra sondagem, que perguntava como cada um tinha encarado o final de 'Os Maias' de Eça de Queiroz, houve uma total dispersão das respostas. 12% foi a 'classificação final' para os finais 'feliz e radical', 'feliz e natural', e 'triste e natural'. Já 'foi indiferente' colheu 25% dos votos, tendo sido a mais votada a opção 'Triste e radical', com 37% das votações.

Porque milhões de cabeças pensam melhor que uma...

... a Google lançou o Projecto 10 elevado a 100. A ideia é reunir "ideias para mudar o mundo ajudando o maior número de pessoas possível". Vale a pena visitar o site do projecto.



Sócrates recusa alteração à lei

Lisboa, 24 Set (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, recusou hoje uma alteração à lei para permitir o casamento entre homossexuais, em discussão no Parlamento em Outubro, afirmando que não está na agenda política nem do Governo nem do PS.
A garantia foi dada por José Sócrates no debate quinzenal com o Governo, na Assembleia da República, em resposta a uma pergunta da deputada do Partido Ecologista "Os Verdes" Heloísa Apolónia sobre o que pensava dos casamentos entre homossexuais.
"O casamento de homossexuais não está na agenda política nem do Governo nem do PS. Não está no programa do Governo do PS e o PS não anda a reboque de nenhum outro partido", disse José Sócrates.
 
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